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Inicializando sua Partição Windows via KVM

August 11th, 2011 1 comment

Ter uma máquina com dual-boot é muito bom. Sempre que precisamos utilizar um dos sistemas operacionais (SO) instalados nele, basta reiniciar a máquina e logar no sistema que deseja. O problema é quando você utiliza extensivamente um dos SOs e precisa reiniciar a máquina no meio do dia para executar apenas uma operação no outro SO, o que acontece muito comigo – utilizo Linux como ferramenta de trabalho, mas algumas operações que tenho que realizar são suportadas apenas no Windows.

Alternativa para esse problema existe: virtualização. Dessa forma, posso usar uma das diversas opções de virtualização disponíveis no mercado, VMWare, VirtualBox ou KVM (usando o qemu-kvm), para “executar o Windows dentro do Linux” sem problema algum. Mas o fato de eu ter que criar um disco virtual (entenda como sendo um arquivo) no sistema host (host é o SO verdadeiro que você está usando, no meu caso Linux, e guest é o sistema virtual) e realizar uma nova instalação do Windows sendo que já possuo uma instalação no meu disco, me incomoda e muito. Na verdade isso me incomodava, até que escutei alguêm no trabalho falar que o KVM inicializa um disco físico e executar qualquer  SO que nele está instalado. Resolvi pesquisar.

Pesquisando, realmente descobri que o KVM pode receber como argumento um device ao invéz de uma imagem. E descobri mais. Não somente o KVM faz isso como o VMWare também. Já com relação ao VirtualBox, não encontrei nenhuma indicação de que ele faça isso, mas existe no fórum oficial um procedimento de como exportar sua partição Windows para um disco virtual. A seguir, explico como inicializar o Windows no KVM.

Antes de mais nada é necessário saber se seu processador possui suporte a virtualização através das tecnologias Intel-VT e AMD-V. O KVM somente vai conseguir virtualizar seu disco local se seu processador for suportado. No Linux, para saber se seu processador possui o suporte a Intel-VT basta procurar pela flag ‘vmx’ no conteúdo do /proc/cpuinfo, e para AMD-V procure por ‘svm’:

# grep vmx /proc/cpuinfo –color -n
19:flags                : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic sep mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe syscall nx rdtscp lm constant_tsc arch_perfmon pebs bts rep_good nopl xtopology nonstop_tsc aperfmperf pni pclmulqdq dtes64 monitor ds_cpl vmx smx est tm2 ssse3 cx16 xtpr pdcm sse4_1 sse4_2 popcnt aes lahf_lm ida arat dts tpr_shadow vnmi flexpriority eptvpid

Caso seu processador suporte as tecnologias, basta instalar o KVM. No Debian (versão testing Wheezy), execute:

# apt-get install qemu-kvm kvm

Neste ponto você, teoricamente, já pode inicializar sua partição Windows usando o KVM. Para isso, basta passar o device de sua particão Windows (ou de onde o GRUB está instalado – não tive como confirmar isso pois todas máquinas que possuem suporte a virtualização as quais tenho acesso possuem somente um único disco físico) como argumento para o KVM. No meu caso, o Windows 7 que possuo está na partição /dev/sda1, então:

# kvm -hda /dev/sda

Neste ponto o KVM inicializa o sua BIOS virtual e o GRUB aparece. Selecionando a entrada relativa ao Windows, você verá a imagem gráfica do Windows na tela mas logo após aparecerá uma tela reportando que o processo de inicialização foi abortado. A figura abaixo é um exemplo que aconteceu com o Windows2008.

Windows crash

Windows crash

Isso ocorre pois o sistema de registro do Windows salva as informações da controlodara de IDE/SATA em que ele foi instalado. Sempre que você tentar utilizar o disco em que foi instalado o Windows em uma máquina com outra controladora, ele apresentará essa mensagem. No caso, como o KVM virtualiza as informações de hardware, o registro do Windows detecta que ele está inicializando em uma máquina com outra controlodara. Para solucionar este problema deve-se modificar algumas informações no registro do Windows e a forma mais fácil que achei foi seguir o procedimento descrito por Gary Hollands neste site. A própria Microsoft publicou uma solução contendo basicamente os mesmos passos (mas sem se responsabilizar pela consequências).

Assim, o procedimento que realizei foi:

  1. Reinicializar a máquina e acessar o Windows
  2. Fazer o download do arquivo Move XP Utility, decompactá-lo e executar o arquivo bat dele.
  3. Reinicializar a máquina e acessar o Linux

Apesar de o procedimento acima ser especifico para Windows XP, ele funcionou no Windows 7 (minha versão atual). Após esse procedimento você estará apto a executar o KVM novamente utilizando o comando citado acima, e então o Windows inicializará sem problemas e você terá acesso a todos os arquivos de sua partição Windows. Atente para o fato de que o Windows instalará novos drivers relativos ao “novo hardware”.

PS: Assim como a Microsoft, também não me responsabilizo por eventuais problema que você tenha ao executar os passos descritos neste artigo, principalmente os relacionados a alteração do registro do Windows.

FISL 2010

July 22nd, 2010 1 comment

Não deu pra postar antes, mas agora que já até palestrei e estou com tempo livre posso falar um pouco melhor. Ontem eu palestrei no 11o Fórum Internacional de Software Livre, ou FISL 2010. Minha palestra teve como título “Programação Multicore: Como sobreviver a esta revolução usando o Pinguim?” e tanto os slides quanto os códigos-fonte estão disponíveis para download em [1] e [2], respectivamente.

Fora o nervosismo e calorão que senti, mesmo com a temperatura estando por volta do 10 graus Celsius Porto Alegre, e que achei estranho pois já fiz apresentações para um público mais numeroso, a palestra foi muito legal (pelo menos no meu ponto de vista :-D ). O único problema que tive foi com o tempo, pois com os 40 minutos de apresentação estipulados não consegui mostrar na prática os fontes de MPI, PThreads, OpenMP e X10 que havia preparado para a sessão.

Aproveitando que disponibilizei os arquivos pelo DropBox, clique em [3] para criar sua conta lá se ainda não tiver a sua!

[1] http://miud.in/8sf
[2] http://miud.in/8sg
[3] https://www.dropbox.com/referrals/NTYyODM2NjA5

IBM ServerGuide Scripting Toolkit – Linux version 2.00 released

December 18th, 2009 No comments

During this year, I worked in the Linux version of the IBM ServerGuide Scripting Toolkit (SGSTK), one of  the tools from IBM System x® ToolsCenter. The SGSTK is a collection of system-configuration tools and installation scripts that you can use to deploy software to your IBM eServer or xSeries server in a repeatable, predictable manner.

After two older releases this year, today we release the version 2.00 of  the SGSTK. This version is very special for the development team, because we worked hard to develop a new framework, more stable, robust and (why not?) beauty, than the older one.  You can download it from here.

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Lidando com arquivos tar.gpg

August 17th, 2009 1 comment

Recebi um arquivo incomum (pelo menos para mim) hoje. Era um arquivo tar encriptado pelo GPG (GNU Privacy Guard – GNUPG). Como até então nunca tinha visto na vida um arquivo tar.gpg fui descobrir como tratar ele.

Primeiramente fui ler a man page do TAR e lá vi que não tinha uma opção mágica para a desencriptação e desempacotamento ao mesmo tempo, assim como acontece com arquivo tar.gz (utilizando a opção “-z”) ou tar.bz2 (utilizando a opção “-j”).

Sendo assim, fui atrás da man page do GPG. Lá descobri que existe uma opção chamada “–decrypt” ou “-d” que desencripta um arquivo GPG. Como sempre, afoito para executar o novo comando, nem li o resto e fui logo executando:

  1. raptor:~# gpg -d files.tar.gpg

Grande erro!!! Nem tão grande assim, mas foi uma newbada bem newba! Na execução toda a saída do comando foi para a saída padrão e meu terminal ficou bem sujinho com o “lixo”. Relendo a man page, vi que realmente a opção escreve no stdout caso a opção “–output” não seja passada. Ok! Dessa vez vai:

  1. raptor:~# gpg -d files.tar.gpg –output files.tar
  2. usage: gpg [options] –decrypt [filename]

Ok, ok! Primeiro as opções, depois o arquivo a ser desencriptado.

  1. raptor:~# gpg –output files.tar -d files.tar.gpg

Pronto!!! Ele pediu a senha para a desencriptação e o arquivo files.tar foi gerado. Depois disso é simples, bastando executar o comando do TAR para o desempacotamento:

  1. raptor:~# tar -xvf files.tar

E eis que pude ver os vídeos que o leobsd gravou durante minha aula de voo de aeromodelismo. :-D

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Particionando o disco no Linux

March 13th, 2009 2 comments

Certo dia desses ouvi meu colega LeoBSD (vulgo Leonardo Rangel) falando que o parted era muito bom para trabalhar com a tabela de partições do disco quando já utilizando um sistema Linux. Ele disse que com ele pode deletar a partição seguinte (de uma partição corrente) e depois dar um resize nela e até pode dividir uma partição em duas depois de um defrag no Windows.

Pois bem, como tinha cerca de 35GB livres (sem uso) no meu desktop, e estava precisando de alguns gigas para um determinado proposito, decidi utilizá-lo para ver como é.

Antes de mais nada, usei o apt-get para fazer o download e instalação do mesmo, uma vez que não o tinha instalado:

  1. raptor:~# apt-get install parted

Uma vez instalado, vamos ao uso:

  1. raptor:~# parted
  2. GNU Parted 1.8.8
  3. Using /dev/sda
  4. Welcome to GNU Parted! Type ‘help’ to view a list of commands.
  5. (parted) help
  6. check NUMBER                             do a simple check on the file system
  7. cp [FROM-DEVICE] FROM-NUMBER TO-NUMBER   copy file system to another partition
  8. help [COMMAND]                           print general help, or help on
  9. COMMAND
  10. mklabel,mktable LABEL-TYPE               create a new disklabel (partition
  11. table)
  12. mkfs NUMBER FS-TYPE                      make a FS-TYPE file system on
  13. partititon NUMBER
  14. mkpart PART-TYPE [FS-TYPE] START END     make a partition
  15. mkpartfs PART-TYPE FS-TYPE START END     make a partition with a file system
  16. move NUMBER START END                    move partition NUMBER
  17. name NUMBER NAME                         name partition NUMBER as NAME
  18. print [devices|free|list,all|NUMBER]     display the partition table,
  19. available devices, free space, all found partitions, or a particular
  20. partition
  21. quit                                     exit program
  22. rescue START END                         rescue a lost partition near START
  23. and END
  24. resize NUMBER START END                  resize partition NUMBER and its file
  25. system
  26. rm NUMBER                                delete partition NUMBER
  27. select DEVICE                            choose the device to edit
  28. set NUMBER FLAG STATE                    change the FLAG on partition NUMBER
  29. toggle [NUMBER [FLAG]]                   toggle the state of FLAG on partition
  30. NUMBER
  31. unit UNIT                                set the default unit to UNIT
  32. version                                  display the version number and
  33. copyright information of GNU Parted
  34. (parted)

Como pode ser observado, logo de cara ele mostra o help. Muito bom!!!
Dando uma olhada nos comandos, vi aquele que me mostraria o estado atual do disco:

  1. (parted) print free
  2. Model: ATA WDC WD1600AABS-0 (scsi)
  3. Disk /dev/sda: 160GB
  4. Sector size (logical/physical): 512B/512B
  5. Partition Table: msdos
  6.  
  7. Number  Start   End    Size    Type      File system  Flags
  8. 1      32.3kB  502MB  502MB   primary   ext3
  9. 2      502MB   101GB  100GB   primary   ext3
  10. 3      101GB   160GB  59.5GB  extended
  11. 5      101GB   121GB  20.0GB  logical   ext3
  12. 121GB   159GB  38.5GB            Free Space
  13. 6      159GB   160GB  1003MB  logical   linux-swap
  14.  
  15. (parted)

OK OK! Tenho 38.5GB de espaço livre. Então vamos criar algo aí.
Dou uma olhada nos comandos, usando o help e escolho que desejo criar uma partição lógica com o tipo ext3 entre 121GB e 159GB.

  1. (parted) mkpartfs logical ext3 121GB 159GB
  2. No Implementation: Support for creating ext3 file systems is not implemented
  3. yet.
  4. (parted)

Huumm!!! Sistema de arquivos não implementado??!! Beleza!
Utilizemos o bom e velho ext2, que não vai fazer muita diferença para o objetivo desta nova partição.

  1. (parted) mkpartfs logical ext2 121GB 159GB
  2. (parted) print all
  3. Model: ATA WDC WD1600AABS-0 (scsi)
  4. Disk /dev/sda: 160GB
  5. Sector size (logical/physical): 512B/512B
  6. Partition Table: msdos
  7.  
  8. Number  Start   End    Size    Type      File system  Flags
  9. 1      32.3kB  502MB  502MB   primary   ext3
  10. 2      502MB   101GB  100GB   primary   ext3
  11. 3      101GB   160GB  59.5GB  extended
  12. 5      101GB   121GB  20.0GB  logical   ext3
  13. 7      121GB   159GB  38.5GB  logical   ext2
  14. 6      159GB   160GB  1003MB  logical   linux-swap
  15.  
  16. (parted)

Nossa! Simples assim?! Pois é!!! Montei a nova partição somente para ter certeza e estava lá, bunitinha!

Ele realmente é bom! E olha que nem usei todo o poder dele. :-D

PS: Ando meio sumido! Realmente, mas a vida está um tanto corrida! Tentarei postar com uma periodicidade maior.

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TOP500, de novo!

November 19th, 2008 No comments

Novembro chegou, e com ele a SC Conference, a maior conferência internacional para computação de alto desempenho (HPC), redes, storage e análise. Como é de costume nessa conferência, mais uma lista dos 500 mais poderosos supercomputadores, a TOP500, foi lançada e nela mais uma vez o Roadrunner da IBM ficou em primeiro lugar.

O interessante dessa nova lista foram as outras posições, entre a segunda e a décima, dessa vez dominada pela Cray Inc. Diferentemente da última lista (comentada por mim aqui), onde a IBM tinha cinco dos Top10, dessa vez a Cray Inc. tem quatro delas: #2 – Jaguar XT5, #7 – Franklin, #8 Jaguar XT4 e #9 – Red Storm. As outras posições foram: #3 – Pleiades (SGI), #4 – BlueGene/L (IBM), #5 – BlueGene/P (IBM), #6 – Ranger (Sun Microsystems) e #10 – Dawning 5000A (Dawning).

O Brasil tem dois representantes nesta lista. O melhor colocado é um Dell PowerEdge Cluster, chamado de Netuno, do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ que ficou na posição #306, e o seguinte, que ficou na posição #363, é um IBM xSeries x3550 Cluster Xeon quad core HT da PGS.

Outro dado interessante é o contínuo crescimento do número de sistemas utilizando Linux. Nesta lista, foram 439 sistemas (acrescimo de 12 com relação a lista anterior) com sistema operacional da família Linux. É o pinguin dominando o mercado :-D

IBM SDK for Multicore Acceleration Version 3.1 released

October 27th, 2008 No comments

Last Friday, October 24th, IBM released the IBM SDK for Multicore Acceleration Version 3.1 (a.k.a Cell SDK 3.1) with support to two different Linux® distributions (RHEL 5.2 and Fedora 9) and in three different package bundles: Product, Developer, and Extras.

As reported here,  about 1 month ago I was replaced to the Cell IDE project, and the IDE is one of the great number of SDK’s packages.

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Top500 and the Linux usage.

June 19th, 2008 No comments

Today a new list of the 500 world’s most powerful supercomputers (Top500) was presented at the 23rd International Supercomputing Conference in Dresden, Germany. This list has a particular issue: the petaflops barrier was broken. The responsible by this fact? Roadrunner, the most powerful supercomputer of the world.

Roadrunner, named after the New Mexico state bird, cost about US $100 million, and was designed and build by IBM at Los Alamos National Laboratory to the Department of Energy’s National Nuclear Security Administration. It is the world’s first hybrid supercomputer, designed to Cell Broadband Engine® works with the Opteron® processors from AMD. A few numbers of Roadrunner:

  • connects 6,562 dual-core AMD Opteron® chips as well as 12,240 Cell chips (on IBM Model QS22 blade servers),
  • has 98 terabytes of memory,
  • is housed in 278 refrigerator-sized, IBM BladeCenter® racks occupying 5,200 square feet,
  • has 10,000 connections – both Infiniband and Gigabit Ethernet — that required 55 miles of fiber optic cable,
  • weighs 500,000 lbs.

But other important thing about Roadrunner is its operating system: a Linux version from Red Hat. All the Top10 most powerful supercomputers have Linux. Four of them have only Linux running: #1 Roadrunner (IBM), #4 Ranger (Sun Microsystems), #5 Jaguar (Cray Inc.), #7 Encanto (SGI), #8 EKA (Hewlett-Packard) and #10 Total’s SGI Altix (SGI). The rest of them have a kind of mixed system (Linux+something): #2 BlueGene/L (IBM), #3 Argonne Blue Gene/P Solution (IBM), #6 JUGENE Blue Gene/P Solution (IBM) and #9 IDRIS Blue Gene/P Solution (IBM) have SLES9+CNK.

The number of supercomputers with Linux have increased by the years. From the 500 supercomputers of the last list, 427 have Linux and 40 have a mixed system with Linux (UNICOS/Linux, CNK/SLES 9, UNICOS/SUSE Linux and UNICOS/lc). See the official numbers here. The first time that a supercomputer with Linux appeared in the Top500 list was on June,1998. The development of the Linux usage by the years can be visualized here.

Top500 e o uso do Linux

June 19th, 2008 No comments

Hoje uma nova lista dos 500 mais poderosos supercompudores do mundo (Top500) foi apresentada na 23a International Supercomputing Conference em Dresden, Alemanha. Esta lista tem um tópico particular: a barreira do petaflop foi quebrada. O responsável por isso? Roadrunner, o supercomputador mais poderoso do mundo.

Roadrunner, nome de uma ave do estado do Novo Mexico nos EUA, custou cerca de 100 milhões de dólares, e foi projetado e construido pela IBM no Laboratório Nacional Los Alamos para a Departamento de Energia. Ele é o primeiro supercomputador híbrido do mundo, projetado para processador Cell Broadband Engine® trabalhar em conjunto com o processador Opteron® da AMD. Alguns números do Roadrunner:

  • conecta 6562 chips dual-core AMD Opteron® bem como 12.240 chips Cell (em servidores blades IBM Modelo QS22),
  • tem 98 terabytes de memória,
  • está em 278 IBM BladeCenter® racks ocupando 483.095 m²t,
  • tem 10.000 conexões – ambas Infiniband e Gigabit Ethernet — que requiseram 88,5 Km de cabos de fibra óptica,
  • pesa cerca de 227 toneladas.

Mas um fato interessante sobre o Roadrunner é seu sistema operacional: uma versão de Linux da Red Hat. Todos os Top10 supercomputadores mais poderosos usam Linux. Quatro deles tem somente Linux: #1 Roadrunner (IBM), #4 Ranger (Sun Microsystems), #5 Jaguar (Cray Inc.), #7 Encanto (SGI), #8 EKA (Hewlett-Packard) e #10 SGI Altix da Total (SGI). O resto possuem um tipo de sistema misto (Linux+alguma coisa): #2 BlueGene/L (IBM), #3 Argonne Blue Gene/P Solution (IBM), #6 JUGENE Blue Gene/P Solution (IBM) e #9 IDRIS Blue Gene/P Solution (IBM) todos com SLES9+CNK.

O número de supercomputadores com Linux tem crescido através dos anos. Dos 500 supercomputadores da última lista, 427 rodam Linux e 40 tem um sistema misto com Linux (UNICOS/Linux, CNK/SLES 9, UNICOS/SUSE Linux and UNICOS/lc). Veja os números oficiais aqui. A primeira vez que um supercomputador com Linux apareceu na lista Top500 foi em Junho de 1998. O crescimento do uso de Linux através dos anos em supercomputadores pode ser visto aqui.

Update: Curiosamente, Roadrunner é nome americano do personagem Papa-Léguas da animação Papa-Léguas e Coiote. Os nomes dos personagens da animação são baseados em nome de animais reais nativos dos desertos do sudoeste americano, o galo-corredor e o coiote.

Flash Player 10 plugin working in a 64 bit Firefox.

May 19th, 2008 3 comments

I installed the Debian AMD64 port in my new desktop. But there is a common problem when using a 64 bit system and the Firefox (or Iceweasel) browser: there aren’t plugins to Flash, Java and RealPlayer.

Before search a little bit about how solve this problem, I found some links ([1], [2] and [3]) that explain how to solve the problem. Basically, the articles recommend to use the nspluginwrapper, an Open Source plugin that allows you to use Netscape compatible (NPAPI) plugins on platforms that they were not built on.

[1] http://plugindoc.mozdev.org/linux-amd64.html
[2] http://www.cyberciti.biz/tips/linux-flash-java-realplayer-under-64bit-firefox.html
[3] http://www.debian-administration.org/articles/534

So, I decided to test the installation of the Flash plugin, using the nspluginwrapper. First, I wanted to know if there was the plugin as a DEB package in some of my apt-get repositories (see here my sources.list):

  1. raptor:~# apt-cache search nspluginwrapper
  2. nspluginwrapper – A wrapper to run Netscape plugins on other architectures
  3. raptor:~#

Very good! Better is impossible! So, I installed it and it’s depecencies: ia32-libs, ia32-libs-gtk, lib32gcc1, libc6, libc6-i386, libglib2.0-0, libx11-6, libxt6 and util-linux.

Installing the Flash Player

The next step was download the new Flash Player 10 from here. After the download has completed, I decompress the tarball, and copied the libflashplayer.so file to /usr/lib/mozilla/plugins:

  1. raptor:~# tar -xzvf flashplayer10_install_linux_051508.tar.gz
  2. install_flash_player_10_linux/
  3. install_flash_player_10_linux/libflashplayer.so
  4. install_flash_player_10_linux/flashplayer-installer
  5. raptor:~# cd install_flash_player_10_linux
  6. raptor:~/install_flash_player_10_linux# cp libflashplayer.so /usr/lib/mozilla/plugins/

Once the Flash plugin is in the browser directory, I ran the nspluginwrapper command, and the result was:

  1. raptor:~# cd /usr/lib/mozilla/plugins
  2. raptor:/usr/lib/mozilla/plugins# nspluginwrapper -i /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so
  3. raptor:/usr/lib/mozilla/plugins# ls -ltr
  4. total 11344
  5. -rw-r–r– 1 root root    1067 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in.xpt
  6. -rw-r–r– 1 root root    1067 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-wmp.xpt
  7. -rw-r–r– 1 root root    1067 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-rm.xpt
  8. -rw-r–r– 1 root root    1067 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-qt.xpt
  9. -rw-r–r– 1 root root    1067 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-dvx.xpt
  10. -rw-r–r– 1 root root  286640 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-wmp.so
  11. -rw-r–r– 1 root root  287120 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in.so
  12. -rw-r–r– 1 root root  286640 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-rm.so
  13. -rw-r–r– 1 root root  286640 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-qt.so
  14. -rw-r–r– 1 root root  286640 2007-12-02 13:17 mplayerplug-in-dvx.so
  15. -rw-r–r– 1 root root    5400 2008-04-13 06:15 librhythmbox-itms-detection-plugin.so
  16. lrwxrwxrwx 1 root root      51 2008-05-05 09:06 libtotem-narrowspace-plugin.xpt -> ../../totem/default/libtotem-narrowspace-plugin.xpt
  17. lrwxrwxrwx 1 root root      50 2008-05-05 09:06 libtotem-narrowspace-plugin.so -> ../../totem/default/libtotem-narrowspace-plugin.so
  18. lrwxrwxrwx 1 root root      45 2008-05-05 09:06 libtotem-mully-plugin.xpt -> ../../totem/default/libtotem-mully-plugin.xpt
  19. lrwxrwxrwx 1 root root      44 2008-05-05 09:06 libtotem-mully-plugin.so -> ../../totem/default/libtotem-mully-plugin.so
  20. lrwxrwxrwx 1 root root      43 2008-05-05 09:06 libtotem-gmp-plugin.xpt -> ../../totem/default/libtotem-gmp-plugin.xpt
  21. lrwxrwxrwx 1 root root      42 2008-05-05 09:06 libtotem-gmp-plugin.so -> ../../totem/default/libtotem-gmp-plugin.so
  22. lrwxrwxrwx 1 root root      47 2008-05-05 09:06 libtotem-complex-plugin.xpt -> ../../totem/default/libtotem-complex-plugin.xpt
  23. lrwxrwxrwx 1 root root      46 2008-05-05 09:06 libtotem-complex-plugin.so -> ../../totem/default/libtotem-complex-plugin.so
  24. lrwxrwxrwx 1 root root      45 2008-05-05 09:06 libtotem-basic-plugin.xpt -> ../../totem/default/libtotem-basic-plugin.xpt
  25. lrwxrwxrwx 1 root root      44 2008-05-05 09:06 libtotem-basic-plugin.so -> ../../totem/default/libtotem-basic-plugin.so
  26. -rwxr-xr-x 1 root root 9953520 2008-05-18 16:32 libflashplayer.so
  27. lrwxrwxrwx 1 root root      60 2008-05-18 16:33 npwrapper.libflashplayer.so -> /usr/lib/nspluginwrapper/plugins/npwrapper.libflashplayer.so

After this, I restarted my Iceweasel, and tried to use a page that have flash, and voilá! I have a Flash plugin now! :-D

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